sexta-feira, 24 de junho de 2016

FÉ E CONVICÇÃO


                     FÉ É A CONFIANÇA ÍNTIMA DE ALCANÇARMOS AS NOSSAS ASPIRAÇÕES.

Fé é a confiança que temos num poder superior no qual depositamos nossas aspirações esperando serem realizadas ou também a confiança que temos em nosso próprio poder de conseguir o que almejamos. Assim temos a fé Divina e a fé humana. Na primeira depositamos a nossa inteira confiança na providência de Deus que sempre nos dá aquilo que for de mérito ou de utilidade para nós num dado momento. A segunda diz respeito a confiança em nós mesmos fruto de nossas experiências e de nosso conhecimento. Muitas vezes os nossos desejos não são realizados como pedimos e até o contrário do que solicitamos a Deus. Isto não significa que nossos pedidos não foram atendidos, mas sim que recebemos em resposta às nossas solicitações o que era de maior utilidade e benefício para nós naquele dado momento. Isto se assemelha a um filho que pede ao pai algo que deseja ardentemente e em resposta recebe uma negativa e com isso se decepciona, mas mais tarde verá que se seu pedido fosse satisfeito lhe traria graves consequências. De forma que a nossa fé em Deus deve ser igual a um filho que deposita no pai toda a sua confiança e que sempre deseja que seja feito o que lhe for de mais útil e não o que lhe satisfaça os seus caprichos. Todavia, a convicção tem um significado mais profundo e duradouro porque se traduz numa certeza inabalável do que acreditamos e aceitamos como parte de nós mesmos. No campo da religiosidade a fé nos princípios doutrinários nos dá o alento e  a força necessários à dar continuidade e persistência na vivência desses princípios, ao passo que a convicção nos justifica racionalmente a razão pela qual aceitamos tais preceitos e que os incorporamos em nossa vida diária como norma de conduta. Quando a fé não se alicerça em bases racionais, fruto apenas do hábito ou mesmo da tradição dos costumes pode degenerar-se numa fé inoperante ou ainda pior, numa fé cega, precursora do fanatismo ou da indiferença. De forma que para a fé se tornar ativa e operante deve converter-se em convicção, isto é, ser compreendida racionalmente e aceita com discernimento e liberdade.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

TUDO AO SEU TEMPO

               
                      A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO HUMANO SE CONQUISTA PELAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPETIDAS AO LONGO DO TEMPO.
    A natureza é o melhor espelho para refletir os fenômenos que observamos decorrerem espontaneamente impulsionados por forças que denotam um propósito bem definido e constante que são as leis naturais. Para tudo há o nascimento, crescimento, maturação, produção, envelhecimento, morte e novamente o renascimento e assim por diante num ciclo de eventos perfeitamente estabelecidos por uma ordem determinante que chamamos simplesmente de leis. Tomemos por exemplo uma semente vegetal que contém  em si mesma o programa a ser desenvolvido dentro de padrões rigidamente estabelecidos para aquela espécie. Assim, a semente lançada ao solo e se houver as condições necessárias irá germinar, produzir os primeiros rebentos que irão gradativamente crescer e se desenvolver transformando-se no vegetal correspondente à espécie, produzir a floração e a frutificação e depois lançar novamente a semente ao solo e reiniciar o seu ciclo de vida. As leis que regulam os eventos encontrados na natureza fazem parte das leis gerais que regulam o universo e também as humanidades, isto é, existem leis biológicas, leis físicas, leis gravitacionais e também as leis morais que direcionam o destino dos homens. De conformidade com o procedimento das sementes assim também são as leis que regulam os ciclos de vida para os homens, para os povos e para as civilizações. O ser humano nasce de uma semente (óvulo fecundado), nasce, cresce, se desenvolve, alcança a maturidade, envelhece e morre para renascer novamente em outra semente e repetir o ciclo biológico. De modo idêntico se comportam os povos e as civilizações, isto é, nascem, crescem atingem a maturidade e também o apogeu do seu amadurecimento, decaem e morrem para renascerem em ouras civilizações mais aperfeiçoadas e assim sucessivamente. Desta forma surgiram as civilizações do passado como os Caldeus, os Egípcios, os Gregos, os Romanos, as civilizações orientais que deram cada uma delas a sua contribuição para que o progresso e a evolução da humanidade pudessem continuar o seu programa estabelecido previamente pelas leis que regem o destino de cada humanidade. Com relação ao planeta Terra estamos num patamar evolutivo de ordem inicial com relação à maturidade espiritual, isto é, encontramos inseridos nesta humanidade espíritos humanos em diversos graus de maturidade desde os aborígines canibais até ao homem da ciência e da tecnologia, numa escala gradativa de ampla diversificação, assim como do amadurecimento moral que congrega seres humanos ainda embrutecidos sem qualquer sentimento apurado até aqueles que atingiram a condição do que chamamos de santidade. Todavia, todos os seres humanos pertencentes a este planeta estarão também um dia nos degraus mais avançados atingidos pelo homem civilizado, semelhante a um programa escolar que congrega alunos nos diferentes estágios de aprendizado, desde o pré-escolar até às universidades. De forma que os aprendizes do primeiro grau de hoje serão os universitários de amanhã e assim sucessivamente. Considerando agora a situação do Brasil em termos de amadurecimento dos brasileiros encontramos uma situação semelhante a da humanidade. Isto é, diferentes graus de amadurecimento da população constituindo uma coletividade bem heterogênea em todos os aspectos, morais, intelectuais, financeiros, religiosos e políticos. Por essa razão, nos encontramos ainda inseridos nesse contraste social que propicia por parte daqueles que detém uma melhor condição de vida e de oportunidades explorarem o povo em todos os aspectos sejam religiosos, políticos, sociais e financeiros. Não deveria ser assim se a chamada elite social tivesse também se adiantada moralmente, pois, então, haveria uma sociedade mais justa e equitativa, disso decorre que estamos ainda nos primeiros degraus da escolaridade espiritual e, portanto, a exploração, a demagogia, a corrupção, os desmandos e a prepotência daqueles que alcançaram posições de poder prevalecem sobre a justiça e a paz sociais. Infelizmente ainda é necessário que a maior parte do povo brasileiro tenha que passar por esse cadinho de sofrimento como parte de seu próprio amadurecimento. Se conseguirmos superar esse estado de alienação em que se encontra a maior parte do povo então podemos esperar por um futuro mais alvissareiro, do contrário defrontaremos com mais sofrimentos, pois a escolha é livre mais as consequências são obrigatórias.

domingo, 19 de junho de 2016

CRISTO É A SOLUÇÃO

               
                      JESUS CRISTO É O  CAMINHO, A VERDADE E A VIDA. O LEGÍTIMO ENVIADO DE DEUS PARA A HUMANIDADE.

      A natureza é o melhor espelho para refletir os fenômenos que observamos decorrerem espontaneamente impulsionados por forças que denotam um propósito bem definido e constante que são as leis naturais. Para tudo há o nascimento, crescimento, maturação, produção, envelhecimento, morte e novamente o renascimento e assim por diante num ciclo de eventos perfeitamente estabelecidos por uma ordem determinante que chamamos simplesmente de leis. Tomemos por exemplo uma semente vegetal que contém  em si mesma o programa a ser desenvolvido dentro de padrões rigidamente estabelecidos para aquela espécie. Assim, a semente lançada ao solo e se houver as condições necessárias irá germinar, produzir os primeiros rebentos que irão gradativamente crescer e se desenvolver transformando-se no vegetal correspondente à espécie, produzir a floração e a frutificação e depois lançar novamente a semente ao solo e reiniciar o seu ciclo de vida. As leis que regulam os eventos encontrados na natureza fazem parte das leis gerais que regulam o universo e também as humanidades, isto é, existem leis biológicas, leis físicas, leis gravitacionais e também as leis morais que direcionam o destino dos homens. De conformidade com o procedimento das sementes assim também são as leis que regulam os ciclos de vida para os homens, para os povos e para as civilizações. O ser humano nasce de uma semente (óvulo fecundado), nasce, cresce, se desenvolve, alcança a maturidade, envelhece e morre para renascer novamente em outra semente e repetir o ciclo biológico. De modo idêntico se comportam os povos e as civilizações, isto é, nascem, crescem atingem a maturidade e também o apogeu do seu amadurecimento, decaem e morrem para renascerem em ouras civilizações mais aperfeiçoadas e assim sucessivamente. Desta forma surgiram as civilizações do passado como os Caldeus, os Egípcios, os Gregos, os Romanos, as civilizações orientais que deram cada uma delas a sua contribuição para que o progresso e a evolução da humanidade pudessem continuar o seu programa estabelecido previamente pelas leis que regem o destino de cada humanidade. Com relação ao planeta Terra estamos num patamar evolutivo de ordem inicial com relação à maturidade espiritual, isto é, encontramos inseridos nesta humanidade espíritos humanos em diversos graus de maturidade desde os aborígines canibais até ao homem da ciência e da tecnologia, numa escala gradativa de ampla diversificação, assim como do amadurecimento moral que congrega seres humanos ainda embrutecidos sem qualquer sentimento apurado até aqueles que atingiram a condição do que chamamos de santidade. Todavia, todos os seres humanos pertencentes a este planeta estarão também um dia nos degraus mais avançados atingidos pelo homem civilizado, semelhante a um programa escolar que congrega alunos nos diferentes estágios de aprendizado, desde o pré-escolar até às universidades. De forma que os aprendizes do primeiro grau de hoje serão os universitários de amanhã e assim sucessivamente. Considerando agora a situação do Brasil em termos de amadurecimento dos brasileiros encontramos uma situação semelhante a da humanidade. Isto é, diferentes graus de amadurecimento da população constituindo uma coletividade bem heterogênea em todos os aspectos, morais, intelectuais, financeiros, religiosos e políticos. Por essa razão, nos encontramos ainda inseridos nesse contraste social que propicia por parte daqueles que detém uma melhor condição de vida e de oportunidades explorarem o povo em todos os aspectos sejam religiosos, políticos, sociais e financeiros. Não deveria ser assim se a chamada elite social tivesse também se adiantada moralmente, pois, então, haveria uma sociedade mais justa e equitativa, disso decorre que estamos ainda nos primeiros degraus da escolaridade espiritual e, portanto, a exploração, a demagogia, a corrupção, os desmandos e a prepotência daqueles que alcançaram posições de poder prevalecem sobre a justiça e a paz sociais. Infelizmente ainda é necessário que a maior parte do povo brasileiro tenha que passar por esse cadinho de sofrimento como parte de seu próprio amadurecimento. Se conseguirmos superar esse estado de alienação em que se encontra a maior parte do povo então podemos esperar por um futuro mais alvissareiro, do contrário defrontaremos com mais sofrimentos, pois a escolha é livre mais as consequências são obrigatórias.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

ROSAS VERMELHAS

         
                        NESTE CLIMA DE DESAFETO EM QUE VIVE A HUMANIDADE AS ROSAS REPRESENTAM UM CONVITE PARA A PAZ E A FRATERNIDADE.

Neste clima de desafetos em que vive a humanidade as rosas representam a presença do amor para abrandar o ímpeto das paixões degradantes. Deus se manifesta em toda a sua obra de perfeição e beleza desde o humilde inseto às gigantescas galáxias, todavia é na delicadeza e beleza das flores que O podemos sentir mais próximo de nós. Todas as flores transmitem uma beleza incomparável e um convite silencioso à paz e ao amor. Se os homens pudessem sentir a mensagem das flores para que abram seus corações à magnitude da própria existência certamente o mundo viveria em paz em louvor ao Criador que doou do seu amor a dádiva da vida. É deveras incompreensível que a maioria das pessoas passa pela existência sem ter notada a beleza da Criação ou mesmo sem ter olhado para o céu e admirado a beleza de uma noite estrelada como miríade de luzes a lhe proclamar a existência do Criador. Na verdade, os homens tornaram-se tão mundanos e imediatistas que não percebem nem a razão da própria existência, isto é, não sabem o propósito porque está aqui neste mundo e muito menos qual o objetivo maior da sua existência. Está na hora de parar essa corrida desenfreada atrás das coisas passageiras dos valores deste mundo e pensar no futuro inevitável que o aguarda além da morte.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

O ACASO NÃO EXISTE


                       TUDO QUE EXISTE NA CRIAÇÃO DESDE O ÁTOMO ATÉ AS IMENSAS GALÁXIAS TÊM ORIGEM NA MESMA FONTE CRIADORA QUE É DEUS.

O que é o acaso? Absolutamente nada, o acaso ou os acontecimentos aleatórios só existem na estatística das probabilidades avaliadas pela curva de Gauss. O que quero me referir é o acaso dentro dos fenômenos vitais, isto é, no contexto da vida. A vida é um acontecimento inteligente regida por leis absolutamente perfeitas e imutáveis. Tudo no universo segue um propósito bem definido e invariável, desde o átomo ás imensas galáxias, pois tudo o que foi criado que não tenha a mão do homem surgiu de uma única fonte criadora que é Deus. O homem pode criar máquinas espetaculares, mas não pode dar vida a nada, nem a uma simples bactéria. Como consequência podemos dizer que os universos como a vida que permeia a imensidão cósmica só pode ter originado de uma inteligência suprema ainda incompreensível por nós em decorrência da nossa limitação intelectual para compreender aquilo que está fora de nosso alcance ou da nossa natureza como seres humanos. Quer dizer então que nunca conheceremos a Deus? É verdade que nunca conheceremos a Deus como conhecemos o mundo em que vivemos e nem como as pessoas que nos rodeiam, mas podemos sentir a presença de  Deus em sua criação que é a sua obra. Por suas obras podemos identificar certamente um artista seja ele pintor, músico escultor ou escritor, pois cada um deles deixa a sua marca indelével em suas obras. Então, o mesmo acontece com Deus que deixa a sua marca inconfundível em toda a criação desde um inseto insignificante até as galáxias gigantescas. O que examinarmos desde o microcosmo até o macrocosmo tudo tem o selo Divino que expressa a perfeição absoluta revestida de uma beleza incomparável. Muitos cientistas materialistas tentaram criar a vida em laboratório, mas nunca conseguiram e nem jamais conseguirão porque a vida é uma emanação do amor de Deus e nada poderá substituí-lo. O fato de se gerar um ser em proveta nas primeiras fases de sua formação, isto é, a fecundação do óvulo, não significa que esteja criando a vida, mas sim manipulando o que já existe temporariamente num tubo de ensaio para inserção posterior no útero materno e mesmo que conseguisse gerar um ser vivo numa proveta não significa absolutamente que criou um ser vivo, apenas substituiu o útero materno por outro útero artificial, mas a  vida é a mesma. Portanto, tudo que existe fora das mãos dos homens é criação de Deus que permanecerá para nós sempre um mistério insondável.

quarta-feira, 15 de junho de 2016

O PICO DO ICEBERG


                     O PICO DO ICEBERG REPRESENTA A IMAGEM FICTÍCIA DE UMA REALIDADE MONSTRUOSA.

            O Iceberg é uma montanha imensa de gelo submersa nas águas frias dos oceanos e que flutuam a deriva impulsionada pelas correntes marítimas por ter se deslocada das geleiras polares. Geralmente no seu deslocamento pelas águas frias do oceano a maior parte do iceberg fica submersa e, portanto, não é visível ao navegante que pode se iludir pelo tamanho do seu pico que se apresenta visível por aflorar à superfície das águas. Quantos navios já não se naufragaram iludidos com o tamanho dos picos de gelo que afloram à superfície das águas dando uma falsa impressão do tamanho da montanha de gelo submersa. É o caso clássico do navio Titanic que todos já conhecem. Assim como o iceberg de gelo é também o iceberg das paixões humanas que se apresentam camufladas num pico despretensioso ou revestidas de interesses comuns, mas na verdade escondem uma montanha de ambições inconfessáveis ameaçando os navegantes ingênuos e distraídos para o naufrágio fatal. Esses icebergs da vida, particularmente aqueles que detêm alguma forma de poder demonstram na vida pública apenas uma aparência ingênua e despretensiosa do que realmente desejam a todo custo camuflados com o pico da demagogia, mas logo que assumem o poder vem à tona toda a montanha de ambições submersas aguardando as oportunidades convenientes. Esse é o retrato do panorama político do Brasil semelhante às águas polares minadas de icebergs por todos os lados.


domingo, 12 de junho de 2016

DE TIRADENTES À SÉRGIO MORO






TIRADENTES






                                              SÉRGIO MORO                                   



HERÓIS NACIONAIS  SÃO AQUELES QUE SACRIFICAM A PRÓPRIA VIDA PARA A LIBERTAÇÃO DE SEU
 POVO

Existe uma analogia de ambiente político entre o existente na época da Colônia de Portugal em que participou Joaquim José da Silva Xavier (O Tiradentes) e as condições políticas e sociais em que nos encontramos atualmente no Brasil. No primeiro caso a submissão da Colônia aos requintes e às ambições da Coorte portuguesa no que tange ao luxo e desperdício dos nobres considerando a pobreza do povo subordinado às extravagancias da nobreza portuguesa com um completo descaso para as necessidades mínimas de sobrevivência de seus subordinados relegados às condições desumanas de trabalhos e de condições de vida. Na verdade poderíamos considerar a situação vigente da época como a de escravos sociais. Em segundo lugar, a ambição da Coroa pelas riquezas da nova Colônia abundante de minérios de ouro e pedras preciosas que se tornaram o motivo dominante dos interesses da Coorte e dos apadrinhados que a acompanharam nesta viagem forçada para a Colônia. Esta era a situação degradante e constrangedora em que viviam os plebeus da Colônia subordinados à este regime ditatorial e presunçoso dos membros da Coroa e dos nobres parasitas. Foi nesse clima de exploração descabida e de escravidão do trabalho que suscitou a revolta de alguns homens valorosos e intelectualizados de constituírem um grupo de pessoas de mesmo ideal para lutar pela independência da Colônia vilmente explorada por Portugal. Surgiu então os “Inconfidentes” nas Minas Gerais cujo ideal era o de se insurgirem contra a exploração de Portugal e lutar pela independência da Colônia. Todavia, como ainda costuma acontecer entre os fracos e acovardados seres humanos houve então entre o próprio grupo quem não teve a dignidade e a fidelidade de sustentar esta tão grande aspiração que somente os verdadeiros idealistas conseguem sustentá-la frente às consequentes adversidades. Foi assim, que o coronel Francisco Silvério dos Reis, homem de caráter fraco e endividado como a Coroa traiu seus companheiros de ideal entregando-os na condição de traidores de Portugal e consequentemente como inimigos da Coroa. O resultado foi a condenação de todos os inconfidentes e particularmente do Alferes Joaquim José da Silva Xavier a condenação à forca e ao esquartejamento por não ter se sujeitado à submissão exigida pela Coroa. E antes da sua execução suas últimas palavras foram: “Libertas Quae sera Tamen” isto é: Liberdade ainda que tardia. Tiradentes foi o verdadeiro herói nacional e suas palavras permanecem vivas em nossos corações como uma flor plantada com o sangue do sacrifício para estar sempre viva como o símbolo da esperança na libertação definitiva de nossa Pátria. Voltemos agora ao Brasil de hoje e façamos uma comparação geral com o tempo da Colônia e o que vemos nos parece que estamos repetindo as mesmas cenas de antigamente apenas revestidas de uma roupagem mais sofisticada, mas na essência a mesma situação degradante ou senão pior ainda. Senão vejamos: A mesma ambição dos governantes e políticos de saquearem as riquezas nacionais de forma irracional e descontrolada em proveito de um grupo privilegiado e em detrimento de uma população empobrecida e desprezada alienada de seus direitos constitucionais e iludida por falsas promessas e ideologias absurdamente retrógradas e absolutistas. Antigamente as riquezas da Colônia eram saqueadas e destinadas ao Reino de Portugal para sustentar o luxo e o desperdício da Coroa e de seus parasitas. Hoje, as riquezas do Brasil são saqueadas e investidas em outros países estranhos ao nosso idealismo e sem qualquer vínculo de irmandade com o nosso povo. Uma verdadeira sangria de nossos recursos em favor de estranhos que nem sequer respeitam a nossa nação. Como consequência dessa situação esdrúxula e desastrosa o país sofreu um golpe fatal e traiçoeiro deixando o nossa economia em perigo de falência e o povo quase na miséria por falta dos recursos exauridos dos cofres públicos e jogado ao vento da irresponsabilidade governamental. Assim como surgiram homens idealistas e corajosos na época do colonialismo de Portugal com o firme propósito de libertar a Colônia da escravidão Portuguesa também está surgindo no Brasil homens de coragem e idealismo dispostos a lutarem contra a implantação da corrupção e do caos social em nossa Pátria. Da mesma forma que Tiradentes se salientou na luta pela libertação da Colônia enfrentando sozinho o poder dos déspotas alucinados pelo poder hoje também temos o nosso herói que será um dia reverenciado pela história do Brasil por ter tido a coragem e a integridade moral de enfrentar a legião de corruptos que ameaçam destruir moral e financeiramente a nossa Pátria. Finalizo essas despretensiosas considerações prestando a minha e a de todos os brasileiros que amam a sua Pátria uma merecida homenagem ao Meritíssimo Juiz Dr. Sérgio Moro com a gratidão de nosso povo. Que Deus o abençoe e o proteja.

HERÓI NACIONAL

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sexta-feira, 10 de junho de 2016

O NAUFRÁGIO


                       A HUMANIDADE ASSEMELHA-SE A UM BARCO À DERIVA ENTREGUE À PRÓPRIA SORTE.

    A humanidade passa neste momento por um período de transição extremamente perigoso com grande possibilidade de naufragar neste mar revolto das paixões em que está navegando. Como uma nau à deriva caminha a humanidade sem rumo e sem saber se sobreviverá ao ímpeto da iminente tempestade que ameaça o planeta e a sua própria sobrevivência. Na verdade, o fulcro de toda essa desdita está condicionado ao seu afastamento das leis de Deus. O planeta Terra, o universo, a humanidade e todos os seres da Criação foram criados com um propósito bem definido estabelecido pelas leis eternas de Deus que é a de cumprir o plano evolutivo para todos, isto é, a de alcançar cada criatura a perfeição que lhe cabe no concerto universal. Todavia, em decorrência do seu livre-arbítrio o ser humano tomou um rumo diferente daquele traçado por Deus desde o inicio da humanidade e como consequência se desviou da rota segura e verdadeira caminhando celeremente para a própria destruição. O homem deixou-se dominar pelas paixões degradantes sem perceber que está sendo levado de roldão pelas forças ocultas, mas eficientes do mal que avassala todo o planeta. O fato da maioria da humanidade desconhecer o mundo espiritual e a influência poderosa que ela exerce não a livra de suas desastrosas consequências. A ignorância não é um salvo-conduto para a responsabilidade que cada um deve ter perante as exigências da vida. O que dissemos para a humanidade vale também para as nações individuais. Senão, analisemos o que se passa no Brasil no terreno político e governamental sem partidarismo ou tendência filosófica e se nos apresenta nitidamente o ímpeto fervoroso das paixões exclusivistas fomentadas por interesses escusos e individualistas, isto é, o móvel que alimenta o âmbito político e administrativo no Brasil é o de fomentar as ambições desenfreadas de poder e riqueza aproveitando-se da fragilidade em que nos encontramos por falta de valores morais dos responsáveis pela condução de nossa Pátria. É urgente  o despertar da consciência do povo brasileiro para o perigo iminente de um naufrágio das instituições que sustentam o equilíbrio e o desenvolvimento da nação.

POR QUE A DOR E O SOFRIMENTO?

       A dor e o sofrimento são dois estados de vivência íntima de natureza infeliz em que nos encontramos muitas vezes frente às vicissitudes da vida que surgem independentes ou não de nossa vontade. Para efeito apenas didático vamos considerar a dor como tudo o que nos afeta desagradavelmente o corpo físico como dor de cabeça, dor de barriga, dor de dente, etc. e sofrimento toda condição desagradável ou constrangedora que nos afeta os sentimentos íntimos, isto é, o nosso espírito, como remorso, raiva, ciúmes, decepção, angústia, solidão, saudades, etc. Tanto a dor como o sofrimento têm suas causas em origens diferentes podendo elas ser de causas atuais, isto é, aquelas geradas durante a atual existência ou causas pretéritas geradas em outras encarnações. As causas atuais da dor e do sofrimento surgem muitas vezes de nossas más escolhas, imprudências, abusos, imprevidências, desobediências, descuidos ou mesmo da ignorância ou mesmo de acontecimentos fortuitos. De forma que as causas atuais da dor e do sofrimento podem ser evitadas no que dependem de nós mesmos de conformidade com a maneira em que nos comportamos perante a vida. Por outro lado, a dor e o sofrimento cujas origens se remontam ao nosso passado reencarnatório não dependem de nossa vontade pois que já foram executadas em outro tempo mas que aguardam o ressarcimento de acordo com a lei de causalidade que rege o destino humano, isto é, em virtude do livre-arbítrio dos seres humanos podemos fazer livremente as nossas escolhas frente às exigências da vida, todavia as consequências das escolhas são obrigatórias, isto é, independentes de nossa vontade. É o que as filosofias espiritualistas chamam de “Carma”. Por exemplo, as condições familiares em que deve nascer; a situação de pobreza, miséria, deformações congênitas, doenças incuráveis, fracasso perante as aspirações legítimas, infelicidade no relacionamento familiar e social, etc. Todavia, não devemos entender o Carma como uma fatalidade do destino, mas sim uma consequência de nossos próprios atos. Sendo assim não existe nem castigo e nem injustiça pelas leis da vida estabelecidas desde o princípio por Deus. O conhecimento das leis de Deus é a chave que abre as portas da paz e da felicidade do ser humano aqui e no além.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

A TRAVESSIA


O TÚMULO É A FRONTEIRA ENTRE DOIS MUNDOS QUE TODOS UM DIA DEVERÃO ATRAVESSAR

O túmulo é a fronteira entre dois mundos por onde todos deverão um dia passar. A morte é um evento natural de tudo o que tem vida, pois faz parte das leis da natureza de destruição e renovação com vistas ao aperfeiçoamento de tudo o que foi criado. Assim é a existência humana que por um período de tempo transita pelo mundo material com o propósito do aprendizado em busca do aperfeiçoamento de que pode alcançar como ser humano. A morte do corpo humano, isto é, a falência da máquina orgânica que constitui o corpo físico é, de modo geral, semelhante para todos os corpos porque são constituídos dos mesmos órgãos que se decompõe como matéria orgânica. Todavia, não existem mortes iguais para os espíritos, isto é, cada espírito adentra o mundo espiritual após o decesso em condições diferentes uns dos outros, portanto as travessias que cada um deve percorrer são peculiares a cada ser humano. É como se fosse fazer uma viagem em que cada um ocupa um lugar diferenciado de acordo com as suas posses. O que se considera no mundo espiritual é apenas o mérito que cada um conquistou durante a sua existência neste mundo. Isto é, os bens morais e intelectuais é que são considerados de valor para a condição que cada espírito irá ocupar no outro mundo. Se praticou o bem e teve um comportamento honesto será recebido no mundo espiritual com todas as considerações a que fez jus e terá a alegria de ter aproveitado bem a sua existência terrena. Caso contrário, isto é, se desperdiçou seu tempo em coisas inúteis e deixou de aproveitar as oportunidades que lhe surgiram para o seu adiantamento espiritual então deverá receber como resposta à sua vida improdutiva as consequências desagradáveis de seus atos e o arrependimento tardio de seu desleixo para com a própria vida. O homem prudente se previne para quando chegar o momento de sua travessia não adentrar o mundo espiritual de mãos vazias e sem qualquer mérito que possa justificar a sua existência terrena.

TRAVESSIA
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terça-feira, 7 de junho de 2016

NADA É PARA SEMPRE


A transitoriedade da existência humana no planeta Terra é uma verdade insofismável limitada inexoravelmente pela morte física. Neste mundo material tudo está em transformação contínua impulsionada pela lei do movimento que impele tudo a caminhar no sentido de cumprir um propósito bem definido que é a da evolução. Assim, tanto as coisas inanimadas quanto os seres vivos devem cumprir obrigatoriamente um plano previamente estabelecido para toda a criação que é a de atingir a plenitude da perfeição que cada espécie pode alcançar de acordo com as suas potencialidades inatas outorgadas pelo Criador que é Deus. Sendo assim, devemos considerar que a existência terrena é apenas um lapso de tempo frente a eternidade da vida e, portanto, deve ser considerada com um período de aprendizado e maturidade do espírito. Embora o tempo de permanência aqui na Terra pelo ser humano ser limitado não significa que ele não seja de extrema importância para aqueles que ainda estagiam nos primeiros degraus da perfeição a que podem atingir como é o caso da própria humanidade terrena. Disso decorrem duas consequências inevitáveis: a primeira é  a de que devemos aproveitar da melhor forma possível o tempo disponível em amealhar um patrimônio moral e intelectual que nos seja imprescindível no mundo espiritual e a segunda tudo que pertence a este mundo será deixado quando da morte sem que possamos levar nada para o outro mundo, isto significa na prática que é imperioso fazermos uma lista de prioridades tanto mundanas quanto espirituais dentro de um equilíbrio racional para que a existência humana numa determinada encarnação não seja desperdiçada inutilmente. Aqueles que se apegam unicamente aos bens materiais terão uma grande decepção ao adentrarem o outro mundo de mãos vazias como mendigos a se exprobarem das oportunidades desperdiçadas por desleixo ou por ignorância da continuidade inexorável da vida.

domingo, 5 de junho de 2016

A ORIGEM DO SER HUMANO

A origem do homem ainda é matéria de controvérsia entre os estudiosos do assunto que fundamentados nos achados arqueológicos procuram encontrar o ancestral primitivo que deu origem à raça humana. A teoria da evolução de Darwin trouxe informações importantes para a sedimentação de um conhecimento científico baseado em dados experimentais e amplamente comprovados. Todavia, a evolução das espécies está adstrita somente aos corpos materiais sem qualquer menção ao espírito humano que, aliás, é o que faz do homem um ser humano verdadeiro. Quando nos referimos ao ser humano queremos dizer um ser constituído de corpo e espírito, portanto, quando se trata da sua origem devemos levar em consideração esses dois fatos. Quanto ao corpo físico o homem teve sua origem em um ancestral que pudesse transmitir aos seus descendentes as características biológicas de que somos detentores em nossa carga genética, considerando é claro as mutações genéticas impostas pelo processo da evolução. Todavia não é esse o assunto que queremos abordar agora, mas sim como e quando aconteceu a separação da espécie animal que se tornou o ser humano da espécie animal que continuou a ser o que era antes, isto é, o animal que tendo o mesmo ancestral do ser humano continuou a mesma linhagem primitiva. Por exemplo, tomemos um antropoide primitivo cuja descendência natural deu origem aos chipanzés que se assemelham em sua constituição genética ao ser humano. A pergunta é a seguinte: em que momento houve a bifurcação entre os chipanzés e os novos antropoides que evoluíram para os seres humanos enquanto que os chipanzés continuam até hoje a mesma espécie? Há que se notar que embora os chipanzés tenham uma carga genética semelhante ao do homem a sua essência anímica, isto é a sua alma se assim podemos dizer é diferente da do espírito humano. Isto é, os animais tem uma alma enteálica de espécie diferente do espírito humano e na maioria dos casos os animais possuem uma alma coletiva sem uma individualidade, como acontecem com os cardumes de peixes, as manadas de gado, os bandos de pássaros, etc. Então, como de um mesmo tronco ancestral pode se separar o ser primitivo que se transformaria em ser humano de seu irmão que continuaria a ser a mesma espécie animal? Para explicar essa aparente incongruência é necessário recorrer-se aos ensinamentos espirituais ministrados por muitas religiões espiritualistas, embora com algumas divergências procuram elucidar essa incógnita relativa à origem do homem. A explicação mais lógica que encontrei para elucidar essa incógnita a encontrei no livro “NA LUZ DA VERDADE” de Abdruschin, editada pela Ordem do Graal. Resumindo toda a história podemos dizer que num determinado tempo da evolução de uma espécie antropoide que atingira o máximo de amadurecimento como animal ao invés de receber normalmente as almas enteálicas dos animais de sua espécie deu hospedagem aos novos inquilinos na condição de germens espirituais que posteriormente se tornariam os espíritos humanos. Para simplificar, podemos dizer que esses animais ancestrais se comportaram como babás utilizadas temporariamente pela natureza para dar origem a uma nova espécie animal hospedeiro do espírito humano. Assim que essa nova prole atingisse um número suficiente para continuar a propagação da sua própria espécie a participação das matrizes ancestrais não eram mais necessárias e desaparecem em pouco tempo, pois já tinham cumprido a sua missão como genitoras de uma nova espécie animal que é o ser humano atual. Quando dizemos que o ser humano teve origem num antropoide há milhões de anos não estamos errados se considerarmos somente os corpos físicos herdados porque o espírito humano é completamente estranho aos seus genitores animais. Diríamos em linguagem popular que os ancestrais dos seres humanos serviram de “barriga de aluguel” para a própria natureza a fim de gerarem uma nova espécie.